Rui encoraja Sandro para alimentar polêmica de Liliana e Fábio
O almoço especial na Casa dos Segredos trouxe consigo um momento de tensão e conversas francas, com Zé, o noivo de Liliana, a marcar presença de forma indireta na discussão.
Sandro não perdeu tempo e lançou uma provocação direta a Rui: “Agora, Rui, deixa-me fazer-te uma pergunta. Dá-me a tua opinião sobre por que é que os possíveis sentimentos entre os dois causam tanto incómodo na casa, quando as pessoas podiam simplesmente dizer que eles fazem o que quiserem. Porque é que isso incomoda tanto?”
Rui explicando a sua visão sobre o assunto: “Primeiro, temos que falar das coisas. Como se fala de vários temas, e sendo este algo que está sempre a surgir, é natural que se comente. Mas, acima de tudo, desde o segundo dia que comecei a questionar a Liliana se ela realmente tinha namorado ou não. Ela sempre dizia que sim, mas, dia após dia, a sua atitude parecia deixar dúvidas sobre isso. É normal que as pessoas comentem. Isto é um jogo, e quanto mais se encontram pontos fracos nos outros, melhor para nós.”
O concorrente da Casa dos Segredos prosseguiu, sublinhando a dinâmica competitiva dentro da casa: “É um jogo assim. As pessoas, e na vida lá fora também… quando estamos numa competição, começamos a falar dos outros, a apontar o dedo. Apontar é sempre mais fácil, mas não podemos esquecer que, ao apontar a alguém, acabamos por nos expor também.”
Sandro mostrou-se intrigado com a reação dos colegas: “Faz-me confusão como é que as pessoas se preocupam tanto, como se não quisessem que certas coisas acontecessem. Não é que aconselhem, é como se…”
Rui, por sua vez, desviou o foco para Sandro, apontando o seu papel central nas dinâmicas na Casa dos Segredos: “Eu acho que, se não fosses tu, isto já teria passado. Tu, de certa forma, expressas muitas opiniões também. Se fosse só entre Liliana e Fábio, quase três semanas depois provavelmente já não se falaria tanto disso. Mas tu, ao te envolveres e ao criares estas dinâmicas, faz com que o tema continue a ser discutido por todos. Não é preciso ir a Roma para ver o Papa.”



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