Conhecida apresentadora da RTP está novamente debaixo dos holofotes, mas os motivos não abonam a seu favor.
António José Seguro foi eleito à segunda volta das Eleições Presidenciais que decorreram este domingo, 8 de fevereiro. No entanto, o desfecho do sufrágio acabou por trazer problemas para a apresentadora Catarina Furtado.
Segundo está a ser avançado pela imprensa, a apresentadora da RTP partilhou, nesse mesmo dia, uma publicação que lhe poderá custar caro, incluindo pena de prisão.
A denúncia terá sido feita por Pedro dos Santos Frazão, vice-presidente do partido Chega, liderado por André Ventura: “Esta funcionária da RTP, com um salário de 15 mil euros pagos com fundos públicos, acaba de fazer uma publicação que vai contra a lei eleitoral, uma vez que apela ao voto numa pessoa e contra o outro candidato. Nós sabemos que o medo que ela sente não é na ‘democracia’, mas sim no seu bolso…”. A Comissão Nacional de Eleições (CNE) terá sido contactada pelo mesmo meio, confirmando que recebeu a queixa e explicando: “Quando o apelo ao voto possa ser interpretado como apelo a uma das candidaturas, neste caso havia duas, isso pode configurar campanha no próprio dia, e isso, sim, não é permitido”.
Entretanto, Catarina Furtado apagou a referida publicação por receio. Contudo, a CNE já confirmou que “é punido com pena de prisão até seis meses e multa de 2,49€ a 24,94€” quem fizer propaganda no dia da eleição e também na véspera.



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