Em Barcelos ficámos a saber mais um pouco sobre as coisas que o novo FC Porto quer fazer
É cedo, a época espreguiça-se ainda, mas já sabemos um par e mais outro de coisas sobre este FC Porto.
Que os seus centrais, com bola, aguardam com paciência, caminham com ela à boleia de toquezinhos, chegam-lhe amiúde a sola, cortejam a pressão dos adversários para algum lhes sair ao caminho e o espaço surgir para que um passe entre em Alan Varela, intenção a que os laterais, sobretudo o esquerdo, ajudam ao posicionarem-se mais por dentro, contradizendo o nome da sua posição e honrando a função que lhes compete, malandros por onde andam de modo a forçarem dúvidas nos extremos e médios contrários: vou eu ou vais tu?, salto agora a pressionar ou espero que um passe entre?
Que Diogo Costa tem luvas, protege a baliza e por ter os pés que tem é chamado a jogar como se não pudesse dispor das mãos, que portanto é um guarda-redes que vira mais um na construção das jogadas caso quem faz frente ao FC Porto o faça com pressão alta, perto da área, então ele participa, anda daí, venha a chuteira direita do capitão aos



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