itemtype="http://schema.org/WebSite"> Padrasto não fica na prisão de Setúbal por complicações!

Padrasto não fica na prisão de Setúbal por complicações!

Marc Ballabriga, arguido no caso das duas crianças francesas abandonadas em Portugal, acabou por não permanecer no Estabelecimento Prisional de Setúbal apesar de inicialmente ter dado entrada naquela unidade prisional.

 

Segundo informações divulgadas pela imprensa portuguesa, a alteração do local de detenção aconteceu devido a questões relacionadas com a organização interna do sistema prisional.

 

O suspeito terá chegado a entrar no estabelecimento prisional de Setúbal após a decisão judicial que decretou prisão preventiva no âmbito do processo.

 

No entanto, acabou posteriormente transferido para a cadeia anexa à Polícia Judiciária de Lisboa, onde permanece atualmente detido.

 

De acordo com os detalhes conhecidos, a mudança ficou relacionada com a falta de uma cela disponível para cumprir o período inicial de adaptação em isolamento.

 

Esse regime é normalmente aplicado durante os primeiros dias de reclusão de alguns detidos por razões de segurança e acompanhamento prisional.

 

Perante a impossibilidade logística de garantir essas condições em Setúbal, os serviços prisionais terão optado pela transferência de Marc Ballabriga para Lisboa.

 

A decisão terá sido tomada pela Direção-Geral dos Serviços Prisionais, responsável pela gestão das unidades prisionais portuguesas.

 

Enquanto isso, Marine Rousseau continua detida no Estabelecimento Prisional de Tires, onde aguarda os próximos desenvolvimentos do processo judicial.

 

O casal está indiciado por crimes relacionados com alegada exposição e abandono das duas crianças francesas encontradas numa zona isolada entre Alcácer do Sal e a Comporta.

 

Além disso, as autoridades investigam também suspeitas de ofensa à integridade física agravada no âmbito do mesmo caso que continua a gerar forte impacto mediático.

 

As duas crianças permanecem atualmente entregues a uma família de acolhimento temporário, enquanto o pai biológico já se encontra em Portugal a acompanhar os desenvolvimentos relacionados com o processo judicial.

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