Grávida espancada e queimada
Uma mulher de 28 anos, grávida e em estado avançado de gestação, morreu após ter sido violentamente espancada e incendiada na via pública, na cidade de Itapevi, na região metropolitana de São Paulo, Brasil. A vítima, alegadamente acusada por moradores de tentar furtar um produto num estabelecimento comercial, chegou a ser transportada com vida para o Hospital Geral de Itapevi, mas acabou por sucumbir às graves lesões.
O ataque ocorreu em plena luz do dia, pouco antes das 16h00 na Avenida Lena Pantalena. Os bombeiros deslocaram-se ao local após um telefonema a reportar um pequeno foco de incêndio em materiais diversos, sem mencionar que se tratava de uma pessoa. Quando chegaram, encontraram a jovem com cerca de 70% do corpo queimado e sinais evidentes de espancamento, incluindo múltiplas lesões compatíveis com agressões físicas severas.
Como é habitual em episódios desta natureza, nenhum dos presentes quis relatar em detalhe o que ocorreu ou identificar os agressores. Segundo informações recolhidas pela polícia, a mulher terá tentado fugir após ser detida por populares, mas acabou perseguida, agredida e posteriormente regada com um líquido inflamável — possivelmente álcool ou gasolina — antes de lhe ser ateado fogo. As autoridades investigam agora as circunstâncias do crime e procuram identificar os responsáveis.



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